A Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) 6494 é um documento fundamental no setor da construção civil. Ela estabelece diretrizes e requisitos essenciais para garantir a segurança em andaimes, equipamentos amplamente utilizados em obras e construções.
Em que consiste ou O Que É a NBR 6494?
A NBR 6494 é uma norma técnica criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que tem como principal objetivo garantir a segurança dos trabalhadores que utilizam andaimes durante as diversas fases de uma construção.
Por Que a NBR 6494 É Importante?
A segurança é uma prioridade absoluta em qualquer ambiente de trabalho, e na construção civil não é diferente. Andaimes são estruturas temporárias que proporcionam acesso a áreas elevadas e podem representar riscos significativos se não forem montados e utilizados corretamente.
O Que a NBR 6494 Define?
A NBR 6494 estabelece padrões rigorosos para a concepção, montagem, utilização, desmontagem e manutenção de andaimes. Ela detalha requisitos específicos relacionados a materiais, dimensionamento dos andaimes, acesso, estabilidade e sistemas de proteção contra quedas.
Como a NBR 6494 Pode Ser Aplicada?
Para cumprir a NBR 6494, empresas de construção devem garantir que os andaimes sejam montados por profissionais qualificados, seguindo rigorosamente as instruções do fabricante de andaime. Além disso, devem realizar inspeções periódicas para verificar a integridade e a segurança das estruturas e garantir que os trabalhadores utilizem equipamentos de proteção individual adequados.
A NBR 6494 desempenha um papel crucial na prevenção de acidentes e na promoção da segurança no ambiente de trabalho da construção civil. Ao seguir as orientações desta norma, as empresas não apenas protegem a integridade de seus trabalhadores, mas também evitam problemas legais e custos associados a acidentes e lesões. Portanto, é imperativo que todas as empresas e profissionais envolvidos em projetos de construção conheçam e apliquem a NBR 6494 de forma rigorosa.
Imagem do artigo: fonte Empresa brasileira de comunicação. Única alteração na imagem foi a inserção do texto: “6494: segurança nos andaimes”
No ambiente de trabalho devemos ficar atentos aos riscos existentes e nossa percepção de risco.
Para isso, a percepção de risco, ou seja, a capacidade que temos de enxergar os perigos diversos, deve ser sempre aprimorada.
Quando se trata de segurança no trabalho e área industrial, o lugar comum, a famosa zona de conforto, precisa ser ultrapassada, pois nosso objetivo ézero acidente.
A percepção de risco é nossa habilidade de identificar quaisquer riscos que estivermos expostos, dos mais simples e evidentes, bem como os mais complexos e ocultos.
Essa percepção vai muito além do trabalho que efetivamente será executado.
Ela abrange todo o entorno do serviço, bem como, as equipes inseridas no local e como essa afetará o nosso trabalho.
É avaliar todas as possibilidades que algo inesperado possa acontecer e agir em conformidade com o comportamento seguro.
Resumidamente, podemos dizer que estar atento às diversas possibilidades no ambiente de trabalho quanto aos riscos, é estar consciente. É estar ciente do que pode acontecer de ruim e agir de forma a eliminar os riscos.
O que é Comportamento seguro
Comportamento seguro – Segurança no trabalho
Comportamento seguro, são pequenas ações e medidas que tomamos no dia a dia, afim de, diante dos riscos, tomarmos iniciativas positivas e preventivas para evitar o indesejado: o incidente ou o acidente, por exemplo.
Assim, o comportamento seguro aprimora a percepção de risco. Pois quando apostamos em comportamento seguro, já não nos submetemos aos atos que podem comprometer nossa integridade física. Por consequência, temos um ambiente de trabalho que tende a favorecer a segurança.
Dessa forma, quando apostamos em campanhas, DDS, treinamentos, estamos apoiando o comportamento seguro e aprimorando a nossa percepção de risco.
Pois de nada adianta perceber o perigo e não tomarmos iniciativa pra minimizar, eliminar, de alguma forma para tornar o ambiente de trabalho seguro.
O que pode comprometer a percepção de risco e o comportamento seguro?
São vários os fatores que podem comprometer o ambiente de trabalho e torná-lo inseguro.
Ambiente de trabalho desorganizado;
Falta de treinamento;
Desatenção no momento do DDS;
Ferramentas inapropriadas;
Pouco envolvimento da gestão quanto ao assunto segurança no trabalho;
Atenção para fora do ambiente de trabalho;
Problemas de saúde;
Resolução de problemas usando paliativos;
Pressa;
Falta de cuidado;
Falta de orientação, entre outras.
Mas acima de tudo, a falta de comprometimento com a cultura de segurança é o que mais pesa negativamente.
Sem o envolvimento de toda equipe, a cultura de segurança se torna frágil.
O que devemos fazer para aprimorar a percepção de risco?
Por outro lado, se investirmos em campanhas, treinamentos, e no engajamento da equipe, muito facilmente estaremos criando um ambiente seguro.
É importante compreender também o papel da segurança do trabalho. A segurança do trabalho por si só não promove o ambiente seguro.
O verdadeiro papel do TST, é na verdade, dar suporte para que as ações planejadas se deem de acordo com a normatização.
É também responsável por auditar internamente toda documentação de segurança exigida, afim de garantir que todos compreenderam a necessidade de tais documentos e seu correto preenchimento.
Afinal, quem é responsável pela segurança no ambiente de trabalho? Acreditamos que a resposta seja: todos! Sem exceção. Encarregados, montadores, a segurança do trabalho, o administrador, a empresa num todo é que são responsáveis pela segurança.
Esse é um assunto que se faz de forma colaborativa. De forma igual, todos somos responsáveis uns pelos outros. E pensar assim, assumindo responsabilidades, é que fazemos segurança, e muito mais! Criamos um ambiente saudável e bom de conviver.
O que devemos fazer quanto ao desvio de segurança e ato inseguro?
Nossa preocupação quanto a cultura de segurança é tratar o quanto antes todos os atos inseguros e qualquer desvio.
Precisamos em seguida, identificar possíveis falhas nos procedimentos e treinamentos, e assim, partirmos para os encaminhamentos de plano de ação de acordo com o examinado.
É importante também, trazer para “roda de conversa” todos os riscos da atividade, seja através de campanhas, DDS, treinamentos etc. Precisamos compreender que a análise de risco seja reavaliada a cada mudança do ambiente. A cada alteração da realidade precisamos reavaliar de forma consciente e coletivamente, ou seja, que todos os envolvidos na atividade sejam participativos.
Uma prática que temos aqui na Montand é trazer exemplo real seja por fotos e imagens diversas, material em PDF, que tenham ligação direta com a segurança e a melhoria continua da percepção de risco. Esse material pode compor um DDS, ou mesmo uma apresentação especial ou virar uma exemplo nos treinamentos.
Pois acreditamos que os exemplos do dia a dia favorecem nossa cultura de segurança.
Deixe sua opinião nos comentários abaixo. E se precisar, entre em contato!
Decreto Estadual nº 44.270, de 31 de março de 2006 (no caso de Minas Gerais);
NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais;
NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Parte 1: Princípios de projeto – Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores;
Entre outras normas aplicáveis, principalmente o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiro).
A NBR 13434 tem por objetivo padronizar as formas, cores e tamanho das sinalizações contra incêndio e pânico em edifícios.
Seguindo essas dicas, como resultado você terá uma boa identificação da área, bem como seus riscos.
Confira abaixo os links para baixar todo material de sinalização gratuitamente. Você poderá fazer o download e principalmente, a utilização desse modelo de placa de sinalização é livre.
Feito a edição, basta exportar o arquivo editado no formato desejado.
Edição pdf no Draw
As placas de sinalização de orientação e salvamento, não há necessidade de edição, contudo, se houver a necessidade existe a possibilidade. Apenas as placas de alerta (cor amarela) requer edição, que nesse caso é necessário colocar a mensagem desejada no quadro do lado direito da figura.
Sinalização de Segurança Contra Incêndio e Pânico: O que é, por que é importante e como fazer
Você sabe o que é a sinalização de segurança contra incêndio e pânico? Ela é um conjunto de placas, símbolos, mensagens e cores que tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertar para os riscos existentes e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de emergência, como orientar as rotas de fuga e facilitar a localização dos equipamentos de combate ao fogo.
A sinalização de segurança contra incêndio e pânico é um dos sistemas mais simples e básicos de prevenção e combate a incêndio, mas também um dos mais importantes. Ela pode salvar vidas, evitando que as pessoas entrem em pânico, se percam ou se machuquem em caso de incêndio.
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Tipos de sinalização de segurança contra incêndio e pânico
A sinalização de segurança contra incêndio e pânico pode ser classificada em dois tipos: básica e complementar.
A sinalização básica é aquela que deve estar presente em todas as edificações e áreas de risco, exceto residências unifamiliares. Ela é composta por quatro categorias:
Sinalização de proibição: serve para impedir ações que possam causar ou agravar um incêndio, como fumar, usar elevador ou bloquear saídas.
Sinalização de alerta: serve para avisar sobre áreas e materiais com potencial de risco, como inflamáveis, explosivos ou eletricidade.
Sinalização de orientação e salvamento: serve para indicar as rotas de saída, as saídas de emergência, os pontos de encontro e os locais seguros.
Sinalização de equipamentos: serve para identificar os equipamentos de combate a incêndio e alarme, como extintores, hidrantes, sprinklers e detectores.
A sinalização complementar é aquela que pode ser usada para reforçar ou complementar a sinalização básica, conforme a necessidade ou a característica da edificação ou área de risco. Ela pode incluir:
Sinalização fotoluminescente: é aquela que emite luz própria no escuro, facilitando a visualização em caso de falta de iluminação.
Sinalização sonora: é aquela que emite sons ou mensagens verbais para alertar ou orientar as pessoas em caso de emergência.
Sinalização tátil: é aquela que pode ser percebida pelo tato, como pisos ou paredes com texturas ou relevos que indicam direções ou obstáculos.
Sinalização gestual: é aquela que usa gestos ou sinais manuais para comunicar ou instruir as pessoas em caso de emergência.
Como fazer a sinalização de segurança contra incêndio e pânico na sua edificação ou área de risco
Para fazer a sinalização de segurança contra incêndio e pânico na sua edificação ou área de risco, você deve seguir alguns passos:
Faça um projeto de sinalização de segurança contra incêndio e pânico, levando em conta as características da sua edificação ou área de risco, como o tamanho, o layout, o uso, o público, os riscos e os equipamentos existentes. O projeto deve seguir as normas técnicas da ABNT e os regulamentos do Corpo de Bombeiros do seu estado.
Adquira as placas, os símbolos, as mensagens e as cores da sinalização de segurança contra incêndio e pânico conforme o projeto. As placas devem ser fabricadas com materiais resistentes ao fogo e à umidade, ter boa visibilidade e legibilidade, ter contraste entre o fundo e o símbolo ou a mensagem, ter dimensões adequadas ao local e à distância de observação. Os símbolos devem ser padronizados conforme a ABNT NBR 13434-2 ou outras normas internacionais reconhecidas. As cores devem seguir o código estabelecido pela ABNT NBR 13434-2 ou pela ISO 7010.
Instale as placas da sinalização de segurança contra incêndio e pânico conforme o projeto. As placas devem ser fixadas em locais visíveis e acessíveis, preferencialmente na altura dos olhos ou acima das portas. As placas devem estar iluminadas artificialmente ou naturalmente, ou ser fotoluminescentes. As placas devem estar livres de obstáculos que possam impedir a sua visualização ou a sua remoção.
Faça a manutenção periódica da sinalização de segurança contra incêndio e pânico. As placas devem ser limpas, verificadas e substituídas sempre que estiverem danificadas, desbotadas, apagadas ou inadequadas. A manutenção deve seguir as recomendações do fabricante das placas e as normas técnicas da ABNT.
A sinalização de segurança contra incêndio e pânico traz diversas vantagens e benefícios para a sua edificação ou área de risco, como:
Prevenir a ocorrência ou a propagação de incêndios, alertando sobre os riscos existentes e proibindo ações perigosas;
Orientar as pessoas em caso de emergência, indicando as rotas de fuga mais rápidas e seguras;
Facilitar o combate ao fogo, identificando os equipamentos disponíveis e a forma correta de usá-los;
Cumprir as normas e regulamentos de segurança contra incêndio e pânico, evitando multas, interdições ou responsabilizações legais;
Transmitir uma imagem de responsabilidade, cuidado e profissionalismo, aumentando a confiança e a satisfação dos clientes, funcionários e visitantes.
Essas são algumas das razões pelas quais você deve investir na sinalização de segurança contra incêndio e pânico na sua edificação ou área de risco. Ela é uma medida simples, barata e eficaz de proteger a sua vida, a sua propriedade e garantir a segurança de todos.
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